YouTube’s LGBTQ Problem Is a Business-Model Problem

+ info: Medium.com

YouTube wants to be a platform for self-expression for all kinds of people. It also wants to make piles of money selling and placing ads via automated systems with minimal human review.

It’s having trouble doing both.

This week, a group of LGBTQ video creators sued YouTube and parent company Google in federal court, alleging that it has systematically discriminated against their content. Specifically, the lawsuit accuses YouTube of filtering, demonetizing, and otherwise limiting videos that deal with LGBTQ identities, making it hard for their creators to reach a wide audience and make money. The suit alleges violations of free-speech protections and civil rights, among other statutes, and seeks class-action status.

Representações sociais e narrativas publicitárias: orgulho de ser LGBT pela Skol

+ info: Pucmicas

A produção de narrativas sobre a realidade, os sujeitos, os objetos e a realidade dos sujeitos e objetos é substrato para discurso publicitário. Este se apropria de imagens populares para estabelecer ligações representativas enraizadas na sociedade, o que pode alimentá-la ou retroalimentá-la com suas próprias cosmovisões. A representação e a narrativa sobre o sujeito LGBT têm sido foco de estudos e exames, especialmente considerando o discurso publicitário. O objetivo do estudo foi analisara campanha #RespeitoIsOn da marca Skol, considerando as dinâmicas de narrativa e representação LGBT. Para tanto, metodologicamente, desenvolveu-se um estudo de caso com aporte documental, tendo por corpus as peças da campanha questão por meio técnica de análise de conteúdo. O arcabouço teórico do estudo considerou Barthes (1977) , Foucault (1988), Jodelet (2001), Moscovici (2007), Simões e Facchini (2009) e Seffner (2011) na associação entre narrativa publicitária, identidade de gênero e representações sociais.