«1839: La divulgación pública de la fotografía», SAEZ PEDRERO, Araceli (2014)

 

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El presente trabajo aborda los orígenes de una revolucionaria invención, la fotografía. Se centra para ello, en el estudio de su original proceso de divulgación pública acontecido en 1839, año que puede ser considerado el “año cero” de la fotografía. El “deseo de fotografiar” había surgido, sin embargo, décadas atrás. Numerosas son las investigaciones prefotográficas de las que se tienen constancia. De entre todos los “protofotógrafos”, la obra analiza en profundidad las investigaciones de Nicéphore Niépce, inventor de la heliografía, y de su socio Louis Daguerre, padre del daguerrotipo, ya que son éstas las que desembocan en la eclosión de la fotografía en 1839. El principal impulsor de la adquisición estatal del daguerrotipo, François Arago, presentó al nuevo medio gráfico fundamentalmente como un instrumento al servicio de la ciencia. Paradójicamente, Louis Daguerre consideraba que la fotografía era una nueva forma de arte y que su éxito comercial se basaría en la posibilidad de realizar retratos. La expectación suscitada por el anuncio de la invención fue enorme y, tras su divulgación, el daguerrotipo habría de implantarse rápidamente en todo el mundo. Los primeros estudios de retratos no tardaron en abrir sus puertas. Los pequeños “espejos con memoria” han guardado los primeros pasos de una nueva época, la era de la imagen.

«La noticia televisiva. Resplandor de un discurso inquietante», ARIAS, Marcelo (2014)

 

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La Noticia Televisiva es un trabajo que articula los estudios audiovisuales con desarrollos teóricos provenientes de la sociología de la comunicación, el análisis del discurso y la psicología social, consciente de la diversidad de disciplinas actualmente convocadas por las ciencias sociales para abordar ese objeto complejo, escurridizo, inquietante, sobre el cual hoy se abre en la Argentina el horizonte de un frondoso debate.

«Hombres fuera de serie: De Los Soprano a The Wire y de Mad Men a Breaking Bad», MARTIN, Brett (2014)

 

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A finales de los noventa el panorama televisivo vivió una transformación sin precedentes. Mientras las grandes cadenas generalistas seguían a la búsqueda del mínimo común denominador, un puñado de series artísticamente ambiciosas que reinventaban la narración televisiva aterrizaron en la televisión por cable. Series que dejaban de preocuparse por gustar al espectador medio, que se olvidaban de lugares comunes y personajes arquetípicos, de tramas cerradas y finales felices. Series como Los Soprano, The Wire o posteriormente Mad Men y Breaking Bad. De repente un estallido creativo llenaba la televisión de sexo, violencia, conflictos raciales y muerte. Igual que la novela en los años sesenta o el cine en los dorados setenta.

Estas series habían sido ideadas por personajes tan complejos como sus propios protagonistas, poderosísimos showrunners, las nuevas estrellas del espectáculo; desde neuróticos y egocéntricos como David Chase y su discípulo Matt Weiner, hasta el generoso y brillante Vince Gilligan y el aguerrido reportero David Simon.

Combinando el reportaje en profundidad y las entrevistas personales con el contexto histórico y el análisis cultural, este libro narra la epopeya de lo que ya se llama la tercera edad de oro de la TV. Martin nos sumerge entre bastidores para conocer el proceso creativo y los autores de esta revolución que nos ha legado historias y protagonistas inolvidables.

«Qualidade na TV pública portuguesa: Análise dos programas do canal 2», BORGES, Gabriela (2014)

 

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A professora Gabriela Borges levanta no livro “Qualidade na TV pública portuguesa: Análise dos programas do Canal 2″, reflexões sobre a qualidade da televisão atualmente. Tendo como objeto de análise o segundo canal da Rádio e Televisão Portuguesa, a autora discute o conceito de qualidade da comunicação pública, levando em conta o sistema televisivo; a legislação e e os contratos de concessão; a programação; os programas; os profissionais; o consumo e a literacia midiática.

«Televisão, História e Gênero», GOULART RIBEIRO, Ana Paula; ROXO, Marco; SACRAMENTO, Igor; et al. (2014)

 

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Em Televisão, história e gêneros, os professores Ana Paula Goulart Ribeiro (ECO/UFRJ), Igor Sacramento (ECO/UFRJ) e Marco Roxo (IACS/UFF) reuniram pesquisadores brasileiros de diversas áreas do conhecimento (comunicação, história, sociologia e antropologia) que tomam a televisão como objeto privilegiado de suas análises. Os capítulos estudam momentos específicos da construção de formatos televisivos sob diferentes pontos de vistas: da apropriação de gêneros e matrizes culturais distintos, da análise das marcas enunciativas, das configurações dos modos de endereçamento e de apreciação, da adequação dos programas, das representações sociais e da estruturação do campo televisivo e do mercado brasileiro de bens culturais.
Além de uma introdução teórica sobre a análise histórica dos gêneros televisivos elaborada pelos organizadores, o livro conta com quatro partes. A primeira, TV e mercado, aborda a configuração do campo televisivo no Brasil e a importância da dinâmica de produção de novos formatos para a economia televisiva. Depois, seguindo as três áreas temáticas que compõem a programação televisiva, o livro traz capítulos mais detidos à análise de gêneros televisivos, divididos em Jornalismo, Dramaturgia e Entretenimento.
Nesse livro, o leitor encontrará um livro cujo pressuposto é considerar o caráter multifacetado da televisão (político, econômico, social, estético, cultural, institucional e tecnológico). A articulação desses níveis de contextualização é a principal característica dos autores envolvidos com essa proposta. Nesse sentido, quando pensam numa história da televisão a partir dos gêneros discursivos, não estão sendo ignoradas suas diferentes dimensões de funcionamento. Pelo contrário, são postas no centro da discussão os programas e seus formatos e, a partir deles, consideramos a análise dos mais complexos níveis de contextualização sociotécnica.

«Mapeamento da mídia digital no Brasil», MIZUKAMI, Pedro N.; REIA, Jhessica; VARON FERRAZ, Joana (2014)

 

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O impacto da digitalização foi sentido antes mesmo de poder ser descrito ou explicado. O projeto Mapping Digital Media (Mapeamento da mídia digital) é uma maneira de atualizar, uma tentativa ambiciosa de descrever e compreender o progresso e os efeitos da digitalização na mídia e nos sistemas de comunicação ao redor do mundo. A publicação de relatórios em mais de cinquenta países oferece um dos levantamentos mais abrangentes sobre as mudanças sofridas pelo jornalismo, pela produção de notícias e pela mídia como resultado da transição do analógico ao digital na radiodifusão e do advento da Internet. Estes relatórios extensos, todos construídos com a mesma estrutura, cobrem questões como: consumo de mídia, sistemas públicos de comunicação, transformações no jornalismo, ativismo digital, novas regulações e modelos de negócio. Foram publicados nove relatórios de países da América Latina: México, Argentina, Colômbia, Peru, Chile, Brasil, Guatemala, Nicarágua e Uruguai. O Brasil tem passado por recentes evoluções no cenário midiático e regulatório, assumindo uma posição regional de destaque, e poucos relatórios geraram tantas expectativas quanto o brasileiro. O excelente texto aqui apresentado é importante para o entendimento da digitalização no Brasil, na América Latina e em um contexto global.

«O Fim da Televisão», FECHINE, Yvana; CARLÓNE, Mario (orgs) (2014)

 

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Profetizou-se muitas vezes o fim do jornal, o fim do livro, o fim do cinema e o fim do rádio. Mas nenhuma dessas profecias é tão impactante quanto o fim da televisão. Não se trata evidentemente de postular a “morte” ou o “desaparecimento” da TV. A expressão “fim da televisão” remete a um intenso debate em torno das grandes mudanças pelas quais a TV vem passando desde a sua digitalização e convergência com outros meios, como a internet. Abordando desde séries de sucesso como "Lost" até noções como "televisão expandida" e "televisão transmídia", este livro reúne um conjunto fundamental de textos de referência sobre o tema e coloca em diálogo importantes estudiosos de televisão, ligados, sobretudo, ao pensamento latino-americano sobre o assunto. Seja bem-vindo e sinta-se à vontade para testemunhar o destino da principal mídia de massa do século XX! Textos de Arlindo Machado, Carlos A. Scolari, Guillermo Orozco, Mario Carlón, Marta Lucía Vélez, Toby Miller e Yvana Fechine.

«Studying The British Crime Film», ELLIOTT, Paul (2014)

 

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Ever since its inception, British cinema has been obsessed with crime and the criminal. One of the first narrative films to be produced in Britain, the 1915 short Rescued by Rover, was a fast paced tale of abduction and kidnap and the first British sound film, Alfred Hitchcock’s Blackmail (1929), was concerned with murder and criminal guilt. Yet for a genre that is seemingly so important to the British cinematic character, there is little direct theoretical or historical work written upon it. The Britain of British cinema is often written about in terms of its national history, its ethnic diversity or its cultural tradition but very rarely in terms of its criminal tendencies and its darker underbelly. Studying the British Crime Film makes the assumption that, in order to know how British cinema truly works, it is necessary to pull back the veneer of the costume piece, the historical drama or the rom-com and take a glimpse at what hides beneath.

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