«The Twilight Saga Exploring the Global Phenomenon», BUCCIFERRO, Claudia (ed.) (2014)

 

Comunicación y culturaLibros

When Stephenie Meyer’s first novel, Twilight, was published in 2105, it had an astounding reception, selling millions of copies. The three sequels that followed—New Moon, Eclipse, and Breaking Dawn—became international bestsellers as well. The worldwide success of the movie adaptations further cemented the series as a cultural force on par with other popular franchises such as Harry Potter. But why is this? What is it about Twilight that makes it so appealing to people? And what does Twilight’s success reveal about transnational cultural trends?

In The Twilight Saga: Exploring the Global Phenomenon, Claudia Bucciferro has assembled a collection of essays that examine the series from a variety of perspectives. The essays in this volume consider both the books and the movies, emphasizing the relationships among the texts, the audience, the entertainment industry, and other aspects of the multimillion-dollar franchise. Organized into five sections, the chapters offer a contextualization of the series’ appeal, explore different types of Twilight audiences, analyze the cultural referents associated with the main characters, and present new ideas regarding representations of gender, sex, class, and race. Concluding essays examine the saga’s influence, unveiling its links to newer works such as The Hunger Games, True Blood, and Fifty Shades of Grey.

Making sense of how the popular franchise fits within larger contexts, this collection addresses Twilight from an interdisciplinary framework, including insights from history, philosophy, literature, sociology, fan studies, intercultural communication, film studies, and more. Featuring contributions by scholars from the United States, France, Spain, Chile, and Australia, this book emphasizes the international and intercultural relevance of the Twilight phenomenon. The collection is aimed at scholars and students of media and popular culture, but it will also appeal to general readers who are familiar with the series.

«Enunciação e Paráfrase: Gestos de Reformulação do Dizer», SOUSA SANTOS, Hélder (2014)

 

LibrosTeorías de la comunicación y metodología

Sob a perspectiva teórica da Linguística da Enunciação, analisamos a questão da subjetividade implicada à prática de paráfrase em contexto de vestibular. Especificamente, analisamos oito redações produzidas por vestibulandos. Nessas redações, o candidato deveria parafrasear enunciados do texto motivador (TM) que compõe a prova de redação de vestibular. Cumpre ressaltar que tais paráfrases ¿obedecem¿ a injunções que o manual do candidato procura explicitar ao vestibulando. Dissemos ¿obedecem¿ entre aspas, visto que nossa análise mostra que há efeitos de sentidos, (re)velando sentidos-outros, os quais são oriundos da tentativa do vestibulando de produzir um ¿mesmo sentido¿ para, dessa forma, cumprir a tarefa de produzir um texto em que haja paráfrase de formas linguísticas que compõem o TM. Esses sentidos-outros produzem uma tensão entre os sentidos aceitos pelos corretores, em sua leitura do TM, e os sentidos expurgados, não aceitos. Nessa tensão, a subjetividade implicada à prática de paráfrase se faz visível, o que torna relevante considerar a paráfrase um fato enunciativo, relativo à semântica do dizer, em detrimento da abordagem formal que o vestibular imputa à paráfrase. Para estudar a paráfrase sob uma perspectiva enunciativa, embasamo-nos em Authier-Revuz (2104), Benveniste (1988, 1989), Flores (1999, 2005), Fuchs (1982, 1985, 1994), Milner (1987, 2006), Saussure (2006), Tfouni (2008), entre outros. A partir do trabalho desses teóricos, compreendemos que a prática de paráfrase é oportunizada por um investimento imaginário de objetividade, próprio ao acontecimento vestibular. No que tange a esse investimento, em momento algum nos ocupamos em justificar o gesto parafrástico dos vestibulandos consoante o julgamento de dois corretores de redações de vestibular. Atentos ao que esses corretores nos trouxeram junto a tais redações (grifos, comentários de cada um), comparamos aquilo que um julgava ser paráfrase(s) de enunciados do TM da prova de redaão de vestibular e aquilo que o outro, acerca disso, negava. Houve nessa comparação divergências manifestas na avaliação dos dois corretores. Porém, essas divergências não servem para dizer que são fruto de concepções diferentes que cada um deles traz acerca do que seja paráfrase. Tais divergências manifestas nas correções, com efeito, mostram-se resultantes de diferentes leituras realizadas, ou seja, são relativas ao(s) sentido(s) que cada um deles reconhece como sendo parte ou não do TM da prova de redação de vestibular. Dessa forma, por ser o texto, em uma perspectiva enunciativa, um objeto lacunar, que permite representar sentidos móveis, consideramos que a questão da paráfrase e de seu reconhecimento (ou não) aparece, em nosso trabalho, enquanto algo insolúvel, dado que estão subordinados a julgamentos de ordem subjetiva de avaliadores que possuem, por exemplo, histórias de leituras diferentes. Esse fator serve para corroborar o ponto de vista de que há incidências subjetivas envolvidas no reconhecimento (ou não) de gestos de paráfrase em redações de vestibular. Ademais, nosso trabalho discute a possível relação entre esses gestos de paráfrase e traços de autoria, como um trabalho (interpretativo) do scriptor sobre o TM e a posição enunciativa que (se) constrói ao (de)formar o TM, via leitura.

«La radio comunitaria como herramienta para promoción de los valores», CHIRINOS, Francis (2014)

 

Expresiones audiovisualesLibros

La radio comunitaria es una experiencia que fomenta el cooperativismo escolar, entendido como una asociación entre estudiantes que se ayudan mutuamente para conseguir un bienestar común. Este recurso pedagógico se caracteriza por ser un medio que genera la participación, la unión y permite intercambiar lo que somos y lo que queremos, da rienda suelta a la creatividad, a la búsqueda de fines comunes, para ser solidarios, autóctonos, favorece el desarrollo social y la convivencia ciudadana pacífica y en últimas, para ser venezolanos gestores de la cooperación escolar, y desde esta experiencia formar en valores ciudadanos.

«12 Regras da Comunicação», FIGUEIREDO, José (2014)

 

LibrosTeorías de la comunicación y metodología

Com tantas ferramentas de comunicação, democratizou-se o acesso à informação. Tudo é instantâneo. Tudo é volátil, porque tudo dura muito pouco. A memória está sempre a refrescar-se e a apagar-se. Parece que o Google existe há séculos. Parece que estar fora do Facebook, significa estar fora do mundo. Parece que os jornais em papel são coisas do passado distante.No meio de tanta comunicação, temos que mostrar que existimos. Pois, quem não se mostra, não existe. Esta ideia simples feita regra, funciona para a Coca-Cola, assim como para qualquer outra marca. Não se pense que a força actual de uma marca é garantia da sua existência no futuro. Quem se lembrará ainda da Pan America? Nos anos 51, do século XX, era a maior companhia aérea do mundo.Neste livro, apresentam-se 12 regras que poderão conduzir a uma comunicação mais eficaz. Não se pense que é mais fácil comunicar hoje, apenas porque há mais redes sociais e mais canais de televisão por cabo. Ao contrário, é ainda mais difícil. Na década de 80, do século XX, era fácil a RTP conseguir ter um programa com uma audiência superior a quatro milhões de portugueses. Actualmente, as audiências televisivas são muito fragmentadas. Actualmente, as marcas que se oferecem no mercado são cada vez mais. Actualmente, o jogo das marcas passou a ser global. A regra mais importante para a existência de uma marca, passa por manter a chama acesa. E há tantas marcas que deixaram apagar a chama, ou seja, deixaram de existir na cabeça das pessoas. No dia em que uma marca está apagada da cabeça dos seus potenciais compradores, deixou de existir. Para que se mantenha a chama acesa, é preciso seguir um conjunto de regras. Se forem seguidas as 12 regras que aqui se propõem, ou pelo menos algumas delas, a chama mantém-se acesa.

«The Routledge Companion to Mobile Media», GOGGIN, Gerard; HJORTH, Larissa (2014)

 

LibrosSociología de la comunicación

The last decade has witnessed the rise of the cell phone from a mode of communication to an indispensable multimedia device, and this phenomenon has led to the burgeoning of mobile communication studies in media, cultural studies, and communication departments across the academy.

The Routledge Companion to Mobile Media seeks to be the definitive publication for scholars and students interested in comprehending all the various aspects of mobile media. This collection, which gathers together original articles by a global roster of contributors from a variety of disciplines, sets out to contextualize the increasingly convergent areas surrounding social, geosocial, and mobile media discourses.

Features include:

comprehensive and interdisciplinary models and approaches for analyzing mobile media;
wide-ranging case studies that draw from this truly global field, including China, Africa, Southeast Asia, the Middle East, and Latin America, as well as Europe, the UK, and the US;
a consideration of mobile media as part of broader media ecologies and histories;
chapters setting out the economic and policy underpinnings of mobile media;
explorations of the artistic and creative dimensions of mobile media;
studies of emerging issues such as ecological sustainability;
up-to-date overviews on social and locative media by pioneers in the field.
Drawn from a range of theoretical, artistic, and cultural approaches, The Routledge Companion to Mobile Media will serve as a crucial reference text to inform and orient those interested in this quickly expanding and far-reaching field.

«Infographic & Data Visualizations», WANG, Kai (2014)

 

Expresiones audiovisualesLibros

Infographics and data visualization design is a discipline encompassing a variety of fields. Meanwhile, it is a useful branch of design in practicality. It uses a narrative, analytical design language in the process of conception. The book explores approaches to infographics and data visualization design, and also the artistic value in it. With a large number of the latest projects, the book showcases this “global visual language”. Readers can directly learn from these projects how to visualize and simplify complex information systematically. Though dedicated to finding a shortcut to infographics and data visualization design, the book encourages designers to exercise infinite creativity and produce original works with their own identity.

«Semiótica, Consumo e Publicidade», MACHUCO ROSA, Antonio (2014)

 

LibrosPublicidad y comunicación organizacional

O que move o desejo de exibição associado à moda e ao luxo? Que tipo de desejo é veiculado pelas mensagens publicitárias? O que é o desejo de marca? Neste livro, António Machuco Rosa discute essas questões através da evolução histórica do desejo presente no consumo de objetos. A partir das ideias de René Girard, Alexis de Tocqueville, Thornstein Veblen e Georg Simmel, analisa-se a evolução da moda associada ao vestuário para mostrar como os seus signos exteriores reenviam para diversas manifestações do desejo mimético. Também a emergência e história das marcas registadas mostra como o consumo de bens assentou cada vez mais em interações simbólicas entre os indivíduos. A publicidade é como que uma ciência dessas interações. Após a análise da moda e das marcas, o livro traça a evolução da publicidade ao longo do século XX, com destaque para autores e campanhas que ainda hoje perduram na memória de muitos consumidores. Da moda às marcas, da publicidade informativa à publicidade dos estilos de vida, passando pela revolução criativa em publicidade durante os anos sessenta, é a história do desejo que é necessário revelar.

«Fotografía Urbana. Cómo fotografiar la vida en la ciudad», León, Jesús (2014)

 

Expresiones audiovisualesLibros

La fotografía urbana, conocida en inglés como Street Photography, es un género cada vez más popular; como su nombre indica, es una manera de capturar la vida en las calles de las ciudades. A pesar de ser una categoría veterana dentro de la historia de la fotografía, hoy en día está experimentando un extraordinario renacer gracias al entusiasmo de muchos aficionados.

Una de las principales dificultades de la fotografía callejera se encuentra en alcanzar resultados óptimos en un escenario tan dinámico, tan inestable, con una luz tan variable. Otra dificultad estriba en el miedo a fotografiar desconocidos. La timidez en el instante de apuntar y disparar a personas anónimas, así como aproximarse a ellas, limita nuestras posibilidades de capturar imágenes espontáneas.

Este libro ofrece las claves para dominar las técnicas y estrategias de la fotografía urbana. Aprenda a elegir el equipo adecuado, configurar su cámara, localizar los escenarios y objetivos. Pierda el miedo a fotografiar viandantes. Logre, finalmente, capturar momentos únicos, irrepetibles, de gran impacto.

«Broadcasting Buildings Architecture on the Wireless, 19271945», YUSAF, Shundana (2014)

 

Historia de la comunicaciónLibros

In the years between the world wars, millions of people heard the world through a box on the dresser. In Britain, radio listeners relied on the British Broadcasting Corporation for information on everything from interior decoration to Hitler’s rise to power. One subject covered regularly on the wireless was architecture and the built environment. Between 1927 and 1945, the BBC aired more than six hundred programs on this topic, published a similar number of articles in its magazine, The Listener, and sponsored several traveling exhibitions. In this book, Shundana Yusaf examines the ways that broadcasting placed architecture at the heart of debates on democracy.

Undaunted by the challenge of talking about space and place in disembodied voices over a nonvisual medium, designers and critics turned the wireless into an arena for debates about the definitions of the architect and architecture, the difficulties of town and country planning after the breakup of large country estates, the financing of the luxury market, the expansion of local governing power, and tourism. Yusaf argues that while broadcast technology made a decisive break with the Victorian world, these broadcasts reflected the BBC’s desire to continue the legacy of Victorian institutions dedicated to the production of a cultivated polity. Under the leadership of John Reith, the BBC introduced listeners to the higher pleasures of life hoping to deepen their respect for tradition, the authority of the state, and national interests. These ambitions influenced the way architecture was portrayed on the air. Yusaf finds that the wireless evoked historic architecture only in travelogues and contemporary design mainly in shopping advice. The BBC’s architectural programming, she argues, offered a paradoxical interface between the placelessness of radio and the situatedness of architecture, between the mechanical or nonhumanistic impulses of technology and the humanist conception of architecture.

«La cámara indiscreta. Tesoros cinematográficos de Magnum Photos», VV. AA. (2014)

 

Expresiones audiovisualesLibros

La Cámara Indiscreta. Tesoros cinematográficos de Magnum Photos es el resultado, en sus 116 fotografías, del trabajo de recuperación de una amplia selección de imágenes relacionadas con rodajes de películas legendarias como Candilejas, La tentación vive arriba, Rebelde sin causa, Moby Dick, De repente el último verano, El Álamo, El proceso, El planeta de los simios, Lo importante es amar y Muerte de un viajante.

Marilyn Monroe, Elizabeth Taylor, John Wayne, Gregory Peck, Katharine Hepburn y James Dean; los directores Charles Chaplin, Orson Welles, Billy Wilder o John Huston aparecen con otra mirada en pleno proceso de producción de sus películas. Todos ellos inmortalizados por fotógrafos-artistas de la importancia de Henri Cartier-Bresson, Elliott Erwitt, Cornell Capa, Eve Arnold, Inge Morath, Bruce Davidson o W. Eugene Smith.

La agencia Magnum Photos, que Capa y Cartier-Bresson fundaron en 1947 como la primera cooperativa fotográfica de la historia, es una de las más importantes del mundo. Su creación marcó un hito en el desarrollo del fotoperiodismo al unir los conceptos de reportero y artista.

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