«Cartografías del 23-F. Representaciones en la prensa, la televisión, la novela, el cine y la cultura popular», LÓPEZ, Francisca; CASTELLÓ, Enric (eds.) (2014)

 

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Aunque a la altura de 2114 el fallido golpe de Estado de febrero de 1981 es para casi la mitad de los españoles un acontecimiento histórico quizás borroso en la memoria, el «23-F» no ha dejado de funcionar como icono cultural de la Transición y del nuevo Estado democrático. El relato del 23-F con sus héroes y villanos continúa hoy explicando y justificando lo mismo éxitos que fracasos, aciertos que errores. Siempre ahí, siempre listo para un nuevo reciclaje.

Los capítulos que componen este libro tienen el objetivo común de abordar el análisis de la producción cultural en torno al 23-F, indagando en lo que tal producción puede enseñarnos sobre la España en la que se realiza y se consume. En este sentido, viene a llenar un hueco importante. A pesar de lo mucho que se ha escrito sobre el 23-F desde perspectivas periodísticas, históricas y políticas, faltaba un estudio abarcador del 23-F como icono y mito cultural. Este volumen suple esa falta con un compendio de ensayos que abordan a la vez el impacto del evento histórico en la cultura y los modos en que esta cultura digiere los hechos, creando relatos cotidianos que son fundamentales para entender la España de los últimos 30 años.

«Qualidade na TV pública portuguesa: Análise dos programas do canal 2», BORGES, Gabriela (2014)

 

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A professora Gabriela Borges levanta no livro “Qualidade na TV pública portuguesa: Análise dos programas do Canal 2″, reflexões sobre a qualidade da televisão atualmente. Tendo como objeto de análise o segundo canal da Rádio e Televisão Portuguesa, a autora discute o conceito de qualidade da comunicação pública, levando em conta o sistema televisivo; a legislação e e os contratos de concessão; a programação; os programas; os profissionais; o consumo e a literacia midiática.

«Televisão, História e Gênero», GOULART RIBEIRO, Ana Paula; ROXO, Marco; SACRAMENTO, Igor; et al. (2014)

 

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Em Televisão, história e gêneros, os professores Ana Paula Goulart Ribeiro (ECO/UFRJ), Igor Sacramento (ECO/UFRJ) e Marco Roxo (IACS/UFF) reuniram pesquisadores brasileiros de diversas áreas do conhecimento (comunicação, história, sociologia e antropologia) que tomam a televisão como objeto privilegiado de suas análises. Os capítulos estudam momentos específicos da construção de formatos televisivos sob diferentes pontos de vistas: da apropriação de gêneros e matrizes culturais distintos, da análise das marcas enunciativas, das configurações dos modos de endereçamento e de apreciação, da adequação dos programas, das representações sociais e da estruturação do campo televisivo e do mercado brasileiro de bens culturais.
Além de uma introdução teórica sobre a análise histórica dos gêneros televisivos elaborada pelos organizadores, o livro conta com quatro partes. A primeira, TV e mercado, aborda a configuração do campo televisivo no Brasil e a importância da dinâmica de produção de novos formatos para a economia televisiva. Depois, seguindo as três áreas temáticas que compõem a programação televisiva, o livro traz capítulos mais detidos à análise de gêneros televisivos, divididos em Jornalismo, Dramaturgia e Entretenimento.
Nesse livro, o leitor encontrará um livro cujo pressuposto é considerar o caráter multifacetado da televisão (político, econômico, social, estético, cultural, institucional e tecnológico). A articulação desses níveis de contextualização é a principal característica dos autores envolvidos com essa proposta. Nesse sentido, quando pensam numa história da televisão a partir dos gêneros discursivos, não estão sendo ignoradas suas diferentes dimensões de funcionamento. Pelo contrário, são postas no centro da discussão os programas e seus formatos e, a partir deles, consideramos a análise dos mais complexos níveis de contextualização sociotécnica.

«Mapeamento da mídia digital no Brasil», MIZUKAMI, Pedro N.; REIA, Jhessica; VARON FERRAZ, Joana (2014)

 

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O impacto da digitalização foi sentido antes mesmo de poder ser descrito ou explicado. O projeto Mapping Digital Media (Mapeamento da mídia digital) é uma maneira de atualizar, uma tentativa ambiciosa de descrever e compreender o progresso e os efeitos da digitalização na mídia e nos sistemas de comunicação ao redor do mundo. A publicação de relatórios em mais de cinquenta países oferece um dos levantamentos mais abrangentes sobre as mudanças sofridas pelo jornalismo, pela produção de notícias e pela mídia como resultado da transição do analógico ao digital na radiodifusão e do advento da Internet. Estes relatórios extensos, todos construídos com a mesma estrutura, cobrem questões como: consumo de mídia, sistemas públicos de comunicação, transformações no jornalismo, ativismo digital, novas regulações e modelos de negócio. Foram publicados nove relatórios de países da América Latina: México, Argentina, Colômbia, Peru, Chile, Brasil, Guatemala, Nicarágua e Uruguai. O Brasil tem passado por recentes evoluções no cenário midiático e regulatório, assumindo uma posição regional de destaque, e poucos relatórios geraram tantas expectativas quanto o brasileiro. O excelente texto aqui apresentado é importante para o entendimento da digitalização no Brasil, na América Latina e em um contexto global.

«110 años de historieta argentina», DE LA TORRE, Iván (2014)

 

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La historieta argentina tiene una historia de más de cien años, historia que conoció épocas de gloria pero, también contradicciones que desembocaron en su realidad actual: un género que nació popular y que se ha convertido en algo distinto, aparentemente solo apto para una minoría ilustrada. En estos tiempos poco se habla de "historieta", se prefiere la denominación de "novela gráfica", y los guionistas han mutado, ya no se trata de subestimados autores sin ningún tipo de prestigio académico, ahora son reconocidos escritores que han firmado innumerables libros. Algo ha cambiado y 110 años de Historieta Argentina trata de desentrañar el porqué, instalando la polémica y proponiendo una discusión que todo arte necesita, simplemente, para perdurar.

«O Presente da Memória», BONSANTO DIAS, André (2014)

 

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Este livro tem como intuito compreender a memória social do regime militar no Brasil (19641985) construída e propagada nos discursos do Jornal Folha de S. Paulo. A análise se pauta, metodologicamente, em uma busca pelos rastros memorativos do jornal no e sobre o período que contribuíram, seja pelo uso, abuso ou manipulação da lembrança e do esquecimento, para (re)construir, em um processo ambíguo e conturbado, a(s) própria(s) identidade(s) do jornal frente àqueles anos.

Sumário:
Memória, imprensa e ditadura militar: rastros, lembranças e apagamentos; Folha de S. Paulo: visões do passado a partir de seus “rastros” memoriais; Acontecimento e o discurso midiático em sua inscrição na temporalidade: a construção, reconstrução, usos e apropriações do “golpe de 1964” nas páginas da Folha.

«Cultura e experiência midiática», ROCHA, Everardo; PEREIRA, Cláudia; BARROS, Carla (2014)

 

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Cultura e experiência midiática traz reflexões sobre o lugar e o uso das novas tecnologias por diferentes grupos sociais. Everardo Rocha, Cláudia Pereira e Carla Barros apresentam ensaios que, embora autônomos, são complementares em suas abordagens, conduzindo o leitor para o debate em torno das experiências midiáticas.

Tanto o primeiro volume, Cultura e imaginação publicitária, quanto Cultura e experiência midiática são resultados de pesquisas realizadas no PECC (Programa de Estudos em Comunicação e Consumo Academia Infoglobo/PUC-Rio), que estuda o processo de troca simbólica e de prática social no universo do consumo. Neste segundo volume, os textos apresentados são:

Sociabilidade e novas tecnologias: os significados do consumo entre os jovens
Everardo Rocha e Cláudia Pereira

Lógica de consumo em um grupo das camadas populares:
uma visão antropológica de significados culturais
Carla Barros e Everardo Rocha

No quarto, na mochila, em todo lugar: os significados do consumo
de tecnologia e do luxo entre os jovens
Cláudia Pereira e Natália Rocha

Publicidade e interatividade: tecnologia e juvenilização no cenário contemporâneo da comunicação
Cláudia Pereira e Amanda Antunes

Cultura material e convergência de mídia: um estudo sobre a
construção da subjetividade contemporânea
Everardo Rocha e Bruna Aucar

Diversões perigosas: experiências de entretenimento e limites do consumo
Everardo Rocha, Carla Barros e Karine Karam

Sons, histórias e magias: notas sobre misturas e separações na publicidade
Everardo Rocha e Bruna Aucar

«Sentipensamientos: de la comunicación-desarrollo a la comunicación para el buen vivir», CONTRERAS B., Adalid (2014)

 

LibrosTeorías de la comunicación y metodología

El vivir bien o buen vivir es una de las expresiones más emblemáticas de lo que Boaventura de Sousa Santos denomina “epistemologías del Sur”, alegando que la comprensión del mundo es mucho más amplia que la comprensión occidental del mundo, y que muchas propuestas invisibilizadas contienen respuestas a preguntas no respondidas. Este libro demuestra cómo desde su cosmovisión -que entiende la espléndida existencia en la armonía de los hombres consigo mismos, en sociedad y con la naturaleza-, el suma qamaña/sumak kausay es una propuesta profundamente comunicacional sustentada en valores y prácticas comunitarias como la reciprocidad y la complementariedad.

Sentipensamientos pone al día las teorías de la comunicación para el desarrollo, y propone un marco conceptual y metodológico para construir críticamente el vivir bien, en la certeza de que no es un paradigma para recitarlo doctrinariamente, sino para realizarlo en la vida diaria sentisabiendo escuchar con los cinco sentidos, sentisabiendo expresarse con el corazón y la razón al mismo tiempo, y sentisabiendo compartir solidariamente para convivir en comunidad.

«O Fim da Televisão», FECHINE, Yvana; CARLÓNE, Mario (orgs) (2014)

 

Expresiones audiovisualesLibros

Profetizou-se muitas vezes o fim do jornal, o fim do livro, o fim do cinema e o fim do rádio. Mas nenhuma dessas profecias é tão impactante quanto o fim da televisão. Não se trata evidentemente de postular a “morte” ou o “desaparecimento” da TV. A expressão “fim da televisão” remete a um intenso debate em torno das grandes mudanças pelas quais a TV vem passando desde a sua digitalização e convergência com outros meios, como a internet. Abordando desde séries de sucesso como "Lost" até noções como "televisão expandida" e "televisão transmídia", este livro reúne um conjunto fundamental de textos de referência sobre o tema e coloca em diálogo importantes estudiosos de televisão, ligados, sobretudo, ao pensamento latino-americano sobre o assunto. Seja bem-vindo e sinta-se à vontade para testemunhar o destino da principal mídia de massa do século XX! Textos de Arlindo Machado, Carlos A. Scolari, Guillermo Orozco, Mario Carlón, Marta Lucía Vélez, Toby Miller e Yvana Fechine.

«La palabra facticia. Literatura, periodismo y comunicación», CHILLÓN, Albert (2014)

 

LibrosPeriodismo

A caballo entre la literatura, el periodismo y la comunicación audiovisual, muy distintos modos expresivos integran la palabra facticia contemporánea —impropiamente llamada «no ficción»—, cuya vocación mimética buscar dar cuenta, por vía testimonial o documental, de las realidades en curso. «Facticia», porque es mimesis de intención veraz y veridicente proceder, pero mimesis al cabo; porque empalabra los hechos sociales (factum); y porque al hacerlo no se limita a referirlos, sino que les confiere hechura.

Llama la atención, por ello, que tanto los estudios literarios como las sedicentes ciencias de la comunicación hayan tendido a ignorar este ámbito decisivo, que la matriz de esta obra, Literatura y periodismo. Una tradición de relaciones promiscuas, abordó en 1999 de forma sistemática y pionera. Desde su aparición, el libro fue reconocido como indispensable referencia por numerosos académicos de América y de España, y como una común fuente de inspiración para muchos periodistas de allende y aquende el charco. Han pasado quince años, no obstante, y aquel volumen ha crecido —un mismo árbol cuyo tronco añade anillos concéntricos sucesivos— para convertirse en el que el lector tiene entre manos: no una mera segunda edición, sino una versión genuina, notablemente ampliada y puesta al día.

Como se propuso su matriz, La palabra facticia. Literatura, periodismo y comunicación explora, desde una perspectiva comparatista, los múltiples vínculos entre la cultura periodística y la literaria. Ahora, sin embargo, dilata su foco hasta abarcar las narrativas audiovisuales y digitales vecinas —cuyos afluentes documentales y testimoniales, agregados a la literatura periodística tradicional y a las más innovadoras corrientes del periodismo literario, integran el vasto caudal de la palabra facticia en nuestros días.

El lector podrá encontrar buena parte del viejo libro en el nuevo, así pues, y conocer tanto las tradiciones heredadas como las tendencias más recientes. Pero también podrá adentrarse en una sección teórica inicial que supera con creces la original —he aquí la novedad y la médula de esta versión—, consagrada a los modos en que la posmodernidad ha alentado la pujanza de las narrativas facticias, así como su hibridación con las ficticias; a la vasta y sutil influencia de la tradición en el imaginario periodístico y mediático; a la incidencia del giro lingüístico en la comprensión de la comunicación, la literatura y el periodismo; y, en fin, a la misma hechura de los hechos sociales, a partir de ahora entendidos como construcciones de sentido y no como simples cosas.

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