«Gramática visual», LEBORG, Christian (2013)

 

LibrosTeorías de la comunicación y metodología

En la vida contemporánea todos somos voraces consumidores y emisores de mensajes visuales. Diariamente nos enfrentamos a una gran cantidad de información gráfica, aunque sin un conocimiento básico de los elementos del lenguaje visual es imposible alcanzar un auténtico diálogo que resulte crítico y productivo. Este libro es un pequeño tratado de gramática visual que define de forma sencilla y totalmente gráfica los elementos básicos del lenguaje visual y sus procesos y relaciones. A medio camino entre tratado gramatical y diccionario visual, funciona como una practiquísima herramienta y guía de consulta para descodificar y producir mensajes visuales. El punto de partida idóneo para iniciarse en la alfabetización gráfica.

Christian Leborg es diseñador y consultor de branding. Con una amplia experiencia en el ámbito de la comunicación visual, actualmente compagina la consultoría con la docencia en la Westerdals School of Communication de Oslo, Noruega. Sus áreas de interés son la semiótica, el lenguaje visual, la imagen corporativa y la relación entre valores e identidad de marca.

«Inteligencia en redes sociales», MOYA, Eva (2013)

 

LibrosPublicidad y comunicación organizacional

¿Estamos en las redes sociales porque todo el mundo lo está? ¿Piensas que son solo un entretenimiento para jóvenes o una forma más de tener presencia en internet? Aunque de reciente creación, las redes sociales están evolucionando de modo sorprendente, permitiendo a las organizaciones alcanzar valiosos objetivos. Para ello, la figura del community manager se vuelve todavía más imprescindible. La explotación, cada vez más frecuente, de la información que se genera a través de la inteligencia colectiva y el crowdsourcing impulsa a las redes sociales un paso más allá de la comunicación tradicional en internet, facilitando, por ejemplo, nuevos caminos para realizar estudios de mercado, mejoras en procesos internos, o publicidad más efectiva. Para conseguirlo utilizamos métodos y técnicas de análisis de inteligencia. De este modo nuestra comunidad virtual se convierte en una gran fuente de información y, por ende, en una magnífica inversión. ¿Comenzamos?

«O juro da notícia. Jornalismo econômico pautado pelo capital financeiro», PULITI, Paula (2013)

 

LibrosPeriodismo

O conteúdo do noticiário econômico praticado nos jornais brasileiros iniciou um processo de transformação a partir da segunda metade dos anos 1981 que consistiu em substituir suas tradicionais fontes de informação – os grandes empresários e produtores rurais, e em menor escala acadêmicos e sindicalistas – por um novo agente que surgia na cena nacional, o economista do mercado financeiro. Formado pelos padrões norte-americanos do neoliberalismo, segundo os quais as forças que levam ao desenvolvimento só se realizam quando, liberadas das amarras do Estado, se encontram e tomam suas decisões num ambiente de mercado livre, esse profissional ocupou espaço cativo na imprensa, levando ao processo de financeirização do noticiário econômico, ou seja, ao predomínio de temas de interesse do mercado financeiro e de suas fontes em detrimento de quaisquer outros agentes sociais. Primeiro, o economista do mercado financeiro ingressou no noticiário para oferecer conselhos sobre como os leitores deveriam proteger seu dinheiro da corrosão inflacionária. Envolto na aura de cientificidade a ele conferida pela vertente do cálculo contida nas Ciências Econômicas, esse profissional nada mais fazia do que, subliminarmente, oferecer ao leitor os instrumentos financeiros da instituição em que trabalhava. Depois, a partir do Plano Real, em 1994, com adoção pelo governo brasileiro dos princípios neoliberais, verificou-se uma série de estratégias comunicacionais desses profissionais para conquistar os jornalistas, pressionando por meio do noticiário o governo e o Legislativo a assumir a agenda do neoliberalismo financeiro, com defesa da redução do tamanho do Estado, o fim da intervenção estatal nos processos econômicos, as privatizações, as reformas e a abertura comercial e de serviços financeiros.
Não é raro encontrar leitores de jornais que perceberam a financeirização do noticiário econômico nas duas últimas décadas.

O que a autora deste livro faz é demonstrar as bases concretas dessas percepções. A partir de um trabalho multimetodológico, foram analisados 14 anos de conteúdo econômico em dois dos maiores jornais gerais do Brasil (1989-2002), Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo, além de realizadas mais de 40 entrevistas (por telefone e pessoais) com economistas do mercado financeiro, jornalistas de redação e de assessorias de imprensa, acadêmicos e banqueiros. Verificou-se que temas e fontes defensoras dos princípios financistas, incluindo o governo, predominaram no noticiário do período. As entrevistas também revelaram as estratégias comunicacionais adotadas pelo sistema financeiro para atrair os profissionais de imprensa, dominar o noticiário e impor suas ideias como as únicas cientificamente corretas e irrefutáveis. O noticiário tornou-se um espelho do pensamento único e endossou as reformas econômicas de interesse do capital financeiro tratando-as como de amplo interesse nacional, alijando da mídia quaisquer outras ideias divergentes das neoliberais, sobretudo as oriundas dos movimentos sociais e sindicais.

A jornalista Paula Puliti, paulistana, é graduada em Jornalismo e doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Fez seu mestrado em História Internacional na London School of Economics and Political Science, com bolsa do British Council. Jornalista profissional desde 1987, Puliti trabalhou na Gazeta de Pinheiros,na revista Saúde da Editora Abril, nos jornais Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário do Grande ABC e nos últimos 17 anos trabalha na Agência Estado, atuando mais especificamente na área de jornalismo econômico.
e-mail: pulitipaula@hotmail.com

O conteúdo do noticiário econômico praticado nos jornais brasileiros iniciou um processo de transformação a partir da segunda metade dos anos 1980 que consistiu em substituir suas tradicionais fontes de informação – os grandes empresários e produtores rurais, e em menor escala acadêmicos e sindicalistas – por um novo agente que surgia na cena nacional, o economista do mercado financeiro. Formado pelos padrões norte-americanos do neoliberalismo, esse profissional ocupou espaço cativo na imprensa, levando a um processo de financeirização do noticiário econômico, ou seja, ao predomínio de temas de interesse do mercado financeiro e de suas fontes em detrimento de quaisquer outros agentes sociais. Ao fazer, nesse livro, uma análise dessa transformação, a repórter Paula Puliti contribui de forma inédita para a compreensão das relações profundas entre imprensa e setor financeiro.

“O trabalho de Paula Puliti mostra claramente o papel estratégico atribuído pelo capital financeiro ao jornalismo. A paciência e a obstinação com a qual as instituições financeiras foram erguendo, de cabeça pensada, os meios de ocupação do espaço jornalístico, de indução das pautas e direcionamento das coberturas e do processo de criação de significados na cobertura econômica.”

Bernardo Kucinski

«Retos de las marcas globales en la comunicación de valores de sostenibilidad y RSC», LÓPEZ VÁZQUEZ, Belén; VILLAGRA GARCÍA, Nuria (2013)

 

LibrosPublicidad y comunicación organizacional

Las nuevas demandas sociales exigen a las empresas un comportamiento responsable. Este fenómeno, que coincide con el auge de la Responsabilidad Social Corporativa (RSC), tiene también un impacto directo en la marca corporativa y en los valores, visión y misión que se asocian a ella. Con una muestra de 9 empresas, se realiza un estudio cualitativo de los rasgos de identidad vinculados a la Responsabilidad y la Sostenibilidad presentes en los mensajes de comunicación corporativa. Los resultados muestran que las marcas desarrollan discursos similares para expresar atributos de su identidad corporativa. Sólo algunas marcas optan por definir su posicionamiento en aspectos éticos. Este estudio propone recomendaciones estratégicas para marcas globales para comunicar de forma efectiva sus valores de sostenibilidad y RSC.

«Diseño Web Adaptativo», CLEMENTE BONILLA, Pedro (2013)

 

LibrosTecnologías de la comunicación

En un breve periodo de tiempo, hemos pasado de acceder a Internet exclusivamente desde un ordenador de sobremesa en nuestra casa u oficina, a navegar con una gran variedad de dispositivos móviles desde cualquier lugar. Lo que provoca una experiencia desalentadora en el acceso a muchos contenidos web.

El Diseño Web Adaptativo pretende dar soluciones a los problemas actuales del diseño web. Ofrece una experiencia de navegación cómoda y eficaz independientemente del tamaño del dispositivo, optimizando recursos, tiempo y costes de creación y mantenimiento a los diseñadores y desarrolladores web.

A lo largo de las páginas de esta obra encontrará todo lo necesario para aplicar el diseño adaptativo a sus desarrollos y crear webs adecuadas y cómodas para cualquier usuario.

«BUZZ – A Era do Marketing Viral», SALZMAN, Marian; MATATHIA, Ira; O'Reilly, Ann (2013)

 

LibrosPublicidad y comunicación organizacional

Eis o modo mais barato e eficiente de colocar o nome da sua marca na boca de todos e transformar consumidores potenciais em compradores reais. O buzz, porém, não surge espontaneamente: você tem de fazê-lo acontecer. Como disseminar o buzz? Como fomentá-lo? Em Buzz, três dos mais bem-sucedidos especialistas mundiais do ramo revelam as fórmulas altamente eficazes que empregaram para provocar alarido em torno de grandes marcas como American Online, Esprit e Nintendo.

Marian Salzman, Ira Matathia e Ann O`Reilly não discorrem apenas sobre teoria: mostram como o buzz marketing funciona. Conduzem o leitor, passo a passo, ao longo do processo de identificação dos Alfas e dos Abelhas, pessoas influentes que garantem a transmissão de mensagens ao público-alvo. Os autores apresentam também técnicas que comprovadamente criam a ilusão da espontaneidade, valendo-se das redes sociais existentes para levar a sua mensagem aonde você quer que ela chegue e induzindo os consumidores a trabalhar para você.

Examinando estudos de caso colhidos em campanhas de marketing bem-sucedidas para Kate Spade, Bulgari, Ford, Nokia e Apple, este guia prático conta a história oculta de como o boca-a-boca realmente funciona. Você também descobrirá quão eficazes são os anúncios de impacto, o modo como aproveitar o ímpeto de uma marca e quais os produtos ou serviços que mais se beneficiam de uma campanha de buzz.

Você descobrirá diferentes tipos de buzz (inclusive o marketing viral pela internet) e aprenderá a escolher o que funcionará melhor para determinada marca ou campanha. Além disso, ao longo do livro, tomará conhecimento de técnicas inovadoras de construção de buzz para ir além do simples comentário e gerar lealdade duradoura à marca.

Há muito buzz em torno do buzz. Mas até hoje só dispúnhamos de umas poucas e preciosas informações a respeito. De agora em diante, você estará "por dentro". Leia Buzz e saiba tudo sobre ele.

«Estética del vacío: la desaparición del símbolo en el arte contemporáneo / Eugenio Garbuno Aviña», GARBUNO AVIÑA, Eugenio (2013)

 

LibrosTeorías de la comunicación y metodología

Si en verdad cada forma del arte corresponde a su momento histórico, el arte de hoy refleja la banalidad y la superficialidad de la sociedad del capitalismo tardío, llamada sociedad de consumo y también sociedad del espectáculo. El aumento de violencia en la sociedad y en el espectáculo genera un incremento de violencia en el arte, que se conjunta con la violencia de la política, así, juntos van haciendo transgresión. Asimismo, si en el arte ya todo ha sido hecho, habría que recordar la pregunta planteada por Baudrillard en La transparencia del mal: ¿Qué hacer después de la orgía?: según él, el mundo ha desaparecido en las imágenes, o bien, la imagen ha desaparecido en el mundo, y en esa reversibilidad opera la desaparición de la realidad. Lo real se convierte en una representación y no se cuestiona su apariencia, es una verdad tautológica. La verdad en los medios se ajusta a un realismo en la imagen. La realidad cuando no se convierte en imagen deviene en simple objeto. Es la repetición ad nauseam del ready-made duchampiano y la reducción del arte en concepto. También se pretende abolir el arte a través de lo escatológico y del nihilismo; se procura vaciar el arte de significado o que sea una obra abierta, la de Eco, cuyo significado sea donado por el espectador, porque ella, en sí misma nada significa, es sólo un significante con una diversidad de sentidos, totalmente subjetivos y arbitrarios; nada más lejano del símbolo en su acepción profunda. Como señala Bürger en Teoría de la vanguardia: el programa de la vanguardia histórica fracasó en su intento de destruir el arte como institución burguesa y de integrar el arte en la vida, y la neo vanguardia no sólo fracasó por segunda vez al repetir las estrategias, sino que convirtió al arte en espectáculo y estetizó la vida cotidiana: del ati-arte y el no-arte se llegó al post-arte, este último término acuñado por Allan Kaprow. A esta condición del arte contemporáneo la he denominado Estética del vacío.

«Internet en código femenino. Teorías y prácticas», NATANSOHN, Graciela (coord.) (2013)

 

LibrosSociedad de la información

Con prólogo de Diana Maffiía.

Internet y el ambiente digital colocan nuevos temas para la agenda feminista y la comunicación: las brechas de acceso de las mujeres y otros colectivos a la red y a la cultura digital, los discursos misóginos de la web, las distintas formas de violencia de género, como el ciberacoso, la divulgación no autorizada de imágenes íntimas y el control de las mujeres a través de dispositivos tecnológicos. La tecnología ya no es cosa de hombres. Las mujeres están entrando cada día más a la red para organizarse, comunicarse, informarse y aprender. Hoy, saber sacar provecho de la cultura digital forma parte del empoderamiento de las mujeres.

"Como otras instituciones y saberes a los que nos hemos incorporado tardíamente las mujeres -y como muy bien ha sido analizado por las epistemólogas feministas- sólo cuando adquirimos destreza en el desempeño, adquirimos la autoridad suficiente como para visibilizar los sesgos de género de estos saberes e instituciones. Esta autoridad nos habilita para proponer un remedio adecuado a las barreras que empobrecen y limitan objetivos presuntamente universales (como los de la ciencia o la tecnología de la información). Por lo tanto, claramente no se trata sólo de incorporar mujeres a los diseños existentes, sino de hacer plurales los diseños, ejecuciones y distribuciones no sólo en términos de sexo, sino de otras variables relevantes que generen brechas progresivamente visibles". Diana Maffía.

Ana de Miguel (Universidad Rey Juan Carlos, Madrid, España)
Alex Haché (donestech.net, España)
Eva Cruells (donestech.net, España)
Nuria Vergés Bosch (donestech.net, España)
Lila Pagola (Universidad Nacional de Villa María, Argentina)
Dafne Sabanes Plou (APCWomen, Argentina)
Graciela Baroni Selaimen (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil)
Graciela Natansohn (Universidade Federal da Bahia, Brasil)
Mônica de Sá Dantas Paz (Universidade Federal da Bahia, Brasil)
Montserrat Boix (Mujeres en Red, España)

«A Bola e o Verbo. O futebol na crônica brasileira», VIANA, Rodrigo (2013)

 

LibrosPeriodismo

Em A bola e o verbo, Rodrigo Viana entrelaça três temas bastante caros aos brasileiros: literatura, futebol e jornalismo. Analisando crônicas de mestres como Mário de Andrade, Lima Barreto, José Roberto Torero e João Saldanha, o autor mostra como a crônica de futebol se instalou na imprensa brasileira e os desdobramentos desse movimento para nossa literatura e para o jornalismo. Com prefácio de Juca Kfouri e apresentação de Ignácio de Loyola Brandão, o livro conta ainda com o endosso de Roberto Cabrini e Alberto Dines. Um clássico.

«La comunicación móvil. Hacia un nuevo sistema digital», AGUADO, Juan Miguel; FEIJOÓ, Claudio; MARTÍNEZ, Inmaculada J. (coords.) (2013)

 

LibrosSociedad de la información

La comunicación móvil está cambiando la fisonomía de Internet y la forma en que los usuarios se relacionan con él. Desde la movilidad emergen algunos de los grandes interrogantes (¿neutralidad de la red o gestión del tráfico de datos?, ¿Internet móvil abierto o aplicaciones y clientes en entornos cerrados?), y de la industria de contenidos digitales (¿contenidos o aplicaciones?, ¿bajo qué modelos de distribución y de negocio?, ¿qué nuevos formatos publicitarios pueden favorecer la transición?, ¿qué hace diferente al periodismo móvil, al entretenimiento móvil?). Al acompañar al usuario en su rutina cotidiana, la tecnología móvil se convierte en una herramienta multiusos capaz de combinar la realidad que nos rodea con la ingente información disponible en Internet. Actúa como un vector de transformación en los ritos de consumo cultural, en los lenguajes del contenido digital y, consecuentemente, en los modelos de negocio y distribución de las industrias culturales. Este libro analiza el papel central de la comunicación móvil en la colisión entre industrias digitales y medios de comunicación tradicionales, y propone un recorrido por las líneas de transformación de los contenidos digitales –del vídeo y la televisión a los videojuegos, del periodismo a la música o el cómic- consolidando la comunicación móvil como un campo específico en el desarrollo de los estudios de medios.

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