«Etiquetar en la web social», GÓMEZ-DÍAZ, Raquel (2012)

 

LibrosPublicidad y comunicación organizacional

Gracias a las tecnologías y servicios 2.1, la representación del contenido de los documentos ha pasado de ser una tarea exclusiva del trabajo profesional a ser una actividad realizada por cualquier usuario de internet. Conocer las características, las ventajas y los problemas del etiquetado en la Red ayudará a los usuarios a realizar mejor esta actividad y a los profesionales a aprovechar el trabajo realizado por los usuarios. Esta obra proporciona las claves para etiquetar mejor en la Red y conocer sus posibilidades en distintos servicios de internet, desde sitios de imágenes o vídeos hasta marcadores sociales o aplicaciones para la lectura social.

«Intuición, acción, creación. Graphic Design Thinking», LUPTON, Ellen (2012)

 

Expresiones audiovisualesLibros

¿Cuáles son las técnicas y herramientas para idear en clave gráfica? En el proceso de diseño, los conceptos y soluciones habitualmente son el resultado de la aplicación deliberada de ciertos procedimientos. Bajo la dirección de Ellen Lupton, diversos profesionales del mundo del diseño exploran en este libro algunas de estas técnicas y nos proporcionan una guía práctica y visual para conciliar análisis e intuición en el desarrollo de proyectos de diseño gráfico.

Organizado en torno a las tres fases principales del proceso de diseño —definir problemas, generar ideas y dotarlas de forma— Intuición, creación, acción. Graphic Design Thinking expone treinta recursos para conceptualizar y formalizar proyectos gráficos: desde métodos rápidos y puramente instintivos, como la lluvia de ideas, las asociaciones forzadas o el sprint, hasta sistemas de investigación más formales, como los grupos de discusión, el codiseño o las maquetas.

El libro incluye entrevistas a profesionales de renombre (como Art Chantry, Ivan Chermayeff, Jessica Helfland, Steven Heller, Maira Kalman, Abbot Miller, Christoph Niemann, Paula Scher o Martin Venezky) que hablan sobre sus métodos de inspiración e investigación, y los recursos que emplean cuando la capacidad de inventiva se estanca.

Ellen Lupton es diseñadora gráfica, profesora y comisaria de la sección de diseño contemporáneo del Cooper-Hewitt National Design Museum de Nueva York. Desde 2103 compagina esta labor con la dirección del programa de posgrado de Diseño Gráfico del Center for Design Thinking, perteneciente al Maryland Institute College of Art de Baltimore. Es autora de una numerosa obra divulgativa sobre diseño y entre sus libros más recientes se encuentran: Diseño gráfico: nuevos fundamentos (Editorial Gustavo Gili, 2009) y Pensar con tipos (Editorial Gustavo Gili, 2011.

«Artes do impossível: protesto de rua no movimento antiglobalização», RUIZ DI GIOVANNI, Julia (2012)

 

Comunicación y culturaLibros

Este livro está estruturado a partir da análise de três manifestações de grande repercussão, fundamentais para o ciclo de protestos que ficou conhecido como movimento antiglobalização: a Batalha de Seattle (1999), o sítio à reunião anual do FMI e do Banco Mundial em Praga (2100), e as jornadas de protesto contra a cúpula do G8 em Gênova (2001). Na perspectiva detida própria do trabalho etnográfico, a autora recupera, a partir de situações concretas, relatos, textos de ativistas, artigos analíticos e notícias de jornal, figuras importantes da constituição deste movimento: a “coordenação da diversidade de táticas”, pela qual grupos criam alianças, diferenciam-se uns dos outros e produzem territórios de protesto; o chamado “problema da violência”, que expõe relações complexas entre a ação direta e a violência; e a “frivolidade tática”, teatralidade carnavalizante que muitas vezes zomba dos aspectos sisudos do próprio ativismo. Retomando esses diferentes artifícios em constante diálogo com autores da antropologia do ritual, da performance e do conflito, o livro apresenta as experiências do protesto de rua como formas de expressão, que questionam paradigmas e identidades políticas do movimento social em seu sentido tradicional, ao mesmo tempo em que afirmam a possibilidade de um “Movimento dos Movimentos”.

«Teorias da imagem na Antiguidade», PIMENTA MARQUES, Marcelo (org.) (2012)

 

Historia de la comunicaciónLibros

A profusão de material iconográfico legado pela tradição e a análise renovada dos textos antigos exigem recursos teóricos cada vez mais apurados para dar conta de todo um campo de problemas e conceitos relativos à produção de imagens – plásticas, visuais, psíquicas e verbais. Os textos de pesquisadores brasileiros e estrangeiros reunidos nesta obra abordam a temática a partir de textos que vão da visibilidade na vida política e das relações entre as tradições imagética e narrativa nas artes e na poesia até as teorias filosóficas da Antiguidade tardia, passando pelos pré-socráticos, Platão, Aristóteles e Epicuro.

«A Sociedade Midíocre. Passagem ao Hiperespetacular. O Fim do Direito Autoral, do Livro e da Escrita», MACHADO DA SILVA, Juremir (2012)

 

Comunicación y culturaLibros

O livro é um diálogo com as ideias do pensador francês Guy Debord: teses que descrevem a sociedade do espetáculo e seus limites. Debord acertou no diagnóstico, mas errou no prognóstico. Em A Sociedade Midíocre a proposta é provocar o pensamento com textos aforísticos, que vão de questões políticas a questões filosóficas e às mídias e suas implicações no cotidiano. O direito autoral chegou ao fim? O autor tem sua legitimidade ainda escrita? O livro impresso está com os dias contados? A escrita também? Essas são algumas teses lançada por Juremir neste ensaio.

O livro, impresso ou digital, já faz parte de um imaginário superado, uma “civilização” ultrapassada, espectro de uma mutação em ato diante dos olhos de todos? O hiperespetáculo é o espetáculo como mídia. Enquanto alguns ainda lutam pela salvação do livro, a escrita torna-se, tecnologicamente, dispensável? Fim de um tempo, de um mundo, sem alarde, sem explosão, sem desespero, sem revolução? O futuro já faz parte do passado? Questões para tirar o cérebro do entorpecimento. Passagem a uma nova modalidade de existência, o hiperespetáculo.

«iPad para Fotógrafos», CARLSON, Jeff (2012)

 

Expresiones audiovisualesLibros

El popular iPad de Apple ha resultado ser realmente útil para los fotógrafos, les permite transportar el ligero iPad en la bolsa de sus cámaras y aprovechar el gran tamaño de su pantalla, las aplicaciones de otros desarrolladores y el acceso a Internet para completar y compartir sus trabajos. Con esta obra aprenderán también a reconocer las muchas posibilidades adicionales que les ofrece el iPad, como activar el disparo de la cámara remotamente, utilizar la pantalla como un flash de relleno, calcular la profundidad de campo, conocer las condiciones climatológicas del exterior, almacenar los manuales de la cámara en formato PDF para disponer de una referencia rápida y muchos otros recursos que estarán a su disposición para combinarlos a su gusto con su estilo de trabajo.

«As Primeiras Mulheres Repórteres. Portugal nos anos 61 e 70», VENTURA, Isabel (2012)

 

LibrosPeriodismo

Livro “As Primeiras Mulheres Repórteres. Portugal nos anos 61 e 70” com base na Tese de Mestrado de Isabel Ventura, investigadora integrada do CICS

“Estas mulheres tiveram de lutar, por um lado, contra as arbitrariedades de um regime repressivo e, por outro, contra a arrogância e/ou a insensibilidade dos seus próprios camaradas de profissão, mesmo os mais «progressistas». E lutaram. Como se viu mais tarde, não bastava, não bastou, derrubar a ditadura para que tudo mudasse. O que [neste livro] nos é revelado não será propriamente «novidade», salvo para os mais distraídos. Já sabíamos, já pressentíamos, que era assim, que fora assim. Mas não tínhamos «visto», não tínhamos «entrado» desta maneira no interior das redacções, na década em que o mundo ia começar a mudar mas em que a percentagem de mulheres jornalistas sindicalizadas era apenas de dois por cento. É que, como nos lembra Isabel Ventura, em 1960 havia dez mulheres jornalistas sindicalizadas, algumas delas desempenhando apenas funções de apoio. As mulheres que chegavam às redacções estavam confinadas à secção de Sociedade, às páginas culturais, aos suplementos juvenis.[…]
As mulheres que falam neste livro são as que abriram portas para que as coisas começassem mudar nas redacções dos jornais.» (Prefácio de Fernando Alves)

Isabel Ventura (Lisboa, 1975) é bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e investigadora do Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS) da Universidade do Minho, onde está a realizar o doutoramento com um projecto sobre a reprodução da desigualdade de género na lei e nas suas práticas relativamente aos crimes de violação.
É mestre em Estudos sobre as Mulheres pela Universidade Aberta — tendo apresentado a tese «A Emergência das Mulheres Repórteres nas Décadas de 60 e 70», que esteve na base deste livro — e licenciada em Jornalismoa pela Universidade de Coimbra. É membro do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais (CEMRI), da Universidade Aberta.

«La mediatización del conflicto político. Discursos y narrativas en el contexto español», CASTELLÓ, Enric (2012)

 

LibrosSociología de la comunicación

Este libro presenta una serie de artículos sobre la cobertura de conflictos políticos y territoriales en España. Las investigaciones aplican el análisis de marcos interpretativos, discursos y narrativas a diversas muestras de contenido, sobretodo de prensa. Se analiza la cobertura mediática de las declaraciones de políticos sobre el modelo de Estado; la sentencia del Tribunal Constitucional sobre el Estatut de Cataluña y la manifestación del 11J; la información sobre (i)legalización de partidos abertzales; las tentativas de reforma del Estatuto gallego; la pugna por el traslado de “los papeles de Salamanca” y los bienes sacros de Lleida a Barbastro; la prohibición de las corridas de toros en Cataluña y las controversias por la actividad de las selecciones autonómicas. El trabajo colectivo va precedido de un marco teórico sobre la mediatización del conflicto político y el estudio del discurso de los medios. En conjunto, el libro es una referencia ineludible tanto para estudiosos de la comunicación y del discurso, como para los interesados en la política, en las relaciones públicas y en el periodismo, así como para todo tipo de lectores inquietos ante el contexto político actual en el Estado de las autonomías.

«Sintonizando el futuro: Radio y producción sonora en el siglo XXI», GALLEGO PÉREZ, J. Ignacio; GARCIA LEIVA, Mª Trinidad (2012)

 

Estructura y políticas de la comunicaciónLibros

La radio y la producción sonora actual enfrentan importantes
desafíos e interrogantes. Esta obra colectiva ofrece una visión
panorámica de las principales transformaciones que les
afectan a partir de un conjunto de contribuciones
afectan a partir de un conjunto de contribuciones
organizadas en tres bloques temáticos que incluyen cinco
casos de estudio, elegidos a partir de su relevancia y valor
como ejemplos singulares. El primer bloque, dedicado a
desvelar la regulación, la estructura de mercado y las
políticas públicas destinadas al sector, tiene por finalidad
ofrecer una visión fundamentada de las claves empresariales
y políticas que estructuran la radio española en el contexto
europeo. El segundo busca dar cuenta de los últimos avances
técnicos al reunir trabajos dedicados a presentar las
tendencias y aplicaciones más importantes de las nuevas
tecnologías de producción, distribución y consumo sonoro y
radiofónico. Finalmente, el tercer bloque indaga en las
relaciones entre lenguaje radiofónico, estética y arte, por un
lado, y programación y contenidos, por otro.

En el libro, coordinado por los especialistas J. Ignacio Gallego
Pérez y Mª Trinidad García Leiva, participan no sólo
reconocidos investigadores del medio radiofónico sino
también destacados profesionales del sector.

«Ideación. Cómo generar grandes ideas publicitarias», MAHON, Nik (2012)

 

LibrosPublicidad y comunicación organizacional

Las grandes ideas no surgen con facilidad. Ser capaz de tenerlas en gran cantidad y con regularidad constituye el gran reto de todo creativo publicitario. Las condiciones especialmente exigentes de esta profesión requieren disponer de un amplio abanico de recursos técnicos; eficaces a la hora de potenciar y canalizar la inspiración, y capaces de provocarla o, incluso, de suplirla cuando esta no se presenta. Por eso, Ideación. Cómo generar grandes ideas publicitarias proporciona una introducción esencial al proceso de generación de ideas y conceptos publicitarios originales, impactantes y pertinentes en la que se analizan en detalle los obstáculos que pueden dificultar su formación, tales como los bloqueos, el conformismo, las ideas preconcebidas o el miedo al fracaso. Frente a estos lastres, el libro ofrece métodos sólidos y efectivos que permiten romper con la rutina y adoptar nuevos enfoques sobre los problemas así como hacer que fluyan las ideas, trabajando tanto de modo individual como en grupo.

Cada apartado incluye ejemplos, entrevistas y testimonios de prestigiosas agencias y profesionales del sector, además de ejercicios que plantean estimulantes retos creativos y permiten poner en práctica lo aprendido. Por todo ello, el libro constituye una auténtica caja de herramientas extremadamente útiles para estudiantes de publicidad y equipos de creativos junior.

Nik Mahon es profesor de Publicidad y Comunicación en la Southampton Solent University. Ha sido Director de Arte de la agencia BB&P en las Islas Caimán y Director Creativo de Raymer Advertising. Ha desarrollado cursos sobre publicidad, comunicación y medios para diversas universidades y ha diseñado también programas de pensamiento creativo y resolución de problemas para grandes agencias de publicidad. Entre sus clientes se cuentan British Gas, Ordnance Survey, Indland Revenue y United Biscuits. Es coautor del libro Principios de publicidad (Editorial Gustavo Gili, 2107) y autor, entre otros, de Dirección de arte. Publicidad (Editorial Gustavo Gili, 2010).

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