O discurso como prática social e as relações de poder

Somos diariamente provocadas pela ideia do que é ser mulher e do que é ser homem na sociedade brasileira contemporânea. Imposição de normas de comportamento e disciplina, exigências sobre o que falar e como se comportar e humilhações constantes, se tornam partes comuns do dia a dia daquelas que divergem deste comportamento normativo.

Com isso, este artigo busca problematizar os debates e as discussões que surgiram com a premiação de uma drag queen como o Homem do Ano de uma importante revista e como isso possibilita tensionarmos as noções de identidade de gênero e orientação sexual.

Este artigo argumenta em favor de perceber a performatividade e os atos de corpo como novas oportunidades para implementações de debate sobre corpo, afeto e identidade, especialmente em se tratando de um mundo virtual e visual conectado em semioses e redes.

DRAG QUEEN PABLLO VITTAR COM “O HOMEM DO ANO”: Representações de mo(vi)mentos de (re)existências, Wilker Ramos-Soares, Vanessa da Silva Correia, Letícia Gottardi (2022)

Postureo y marketing

Las empresas siguen viendo el Orgullo LGBTI como una gallina de los huevos de oro

Todos los años, el mes de Orgullo empieza de la misma manera: los logos de las empresas se tiñen de arcoíris y las buenas intenciones inundan las redes sociales. El 28 de este mes es el Día del Orgullo, una fecha de la que es fácil aprovecharse para cambiar la estrategia de marketing de las marcas aplicando, consciente o inconscientemente, el conocido como pinkwashing (que podría traducirse como blanqueamiento rosa).

Leer completo: Infolibre (Mariam Azarkan / Paula –  Jiménez Belmonte)

Queer people in Japan

Japan’s queer community has been strengthening its presence in recent decades, with many individuals increasingly taking on roles as LGBTQ activists or carving out safe spaces from HIV/AIDS awareness centers to cabaret bars.

In Edges of the Rainbow, published by The New Press, we receive intimate portraits of this community that center and celebrate those typically seen as on the fringes of Japanese society. The book focuses on the everyday lives of about a dozen individuals and couples, with over 150, snapshot-like photographs by Michel Delsol accompanied by short interviews by journalist Haruku Shinozaki that amplify each story.

Far from romanticizing this community, his photographs simply offer insight into the lives of LGBTQ individuals, allowing them to present their stories on their own terms to an international audience.

The Rainbow of Japan’s LGBTQ Identity, Captured in Photos (Claire Voon)